Etiópia

Addis Abeba, Bahir Dar, Gondar, Lalibela, Axum, Arba Minch, Jinka e Turmi

Dia a Dia:

1° Dia – Ida para Addis Abeba (voo) 

Pernoite: A bordo 

Apresentação no Aeroporto Internacional de Guarulhos para embarque em voo com destino a Addis Abeba.

2° Dia – Chegada a Addis Abeba 

Pernoite: Addis Abeba 

Na chegada a Addis Abeba, após trâmites de imigração, traslado para o hotel.

3° Dia – Em Addis Abeba: passeio pela cidade 

Pernoite: Addis Abeba 

Aproveite esse passeio guiado para visitar os pontos mais atrativos da cidade. Addis Abeba, “Nova Flor” em amárico, como foi batizada por seus fundadores, é uma cidade grande com museus interessantes e com um cenário contemporâneo florescendo e atraindo olhares de todo o mundo.
O city tour inclui visita a igreja de Entoto Maryam, com o seu museu e os palhaços antigos dos reis fundadores, e a Lucy, no Museu Nacional. Após o almoço, visita a uma das igrejas de Addis Abeba a ser escolhida de acordo com seu interesse.

4° Dia – Ida de Addis Abeba para Bahir Dar (voo – aprox. 1h) e visita às ilhas do Lago Tana e cachoeiras do Nilo Azul 

Pernoite: Bahir Dar 

Traslado ao aeroporto de Addis Abeba e embarque com destino a Bahir Dar, uma cidade verde localizada na costa do Lago Tana, o maior lago da Etiópia. Visita aos mosteiros do Lago Tana, do quais muitos permaneceram quase desconhecidos para os estrangeiros até 1930. A maioria das ilhas do Lago Tana são autênticos santuários naturais e o passeio acontece num pequeno barco. Parada na península de Zege para visitar a igreja de Ura Kidane Mehret, que é acessada por um caminho rodeado por uma vegetação exuberante. Continuação para Azuwa Maryam ou alguma igreja similar. Pela tarde, visita às cachoeiras do Nilo Azul, a cerca de 30 km de Bahar Dar, onde cruzaremos o rio com embarcações locais para chegar até as cachoeiras de 45m de altura, chamadas Tiss Abay ou Tiss Issat (água fumegante). Retorno a Bahar Dar e jantar no hotel.

5° Dia – Ida de Bahir Dar para Gondar (terrestre – aprox. 3h de viagem) e visita na cidade 

Pernoite: Gondar 

Saia pela manhã em direção a Gondar. Na chegada ao local, onde há uma dúzia de castelos construídos por vários imperadores ao longo de mais de 200 anos, visite o gabinete real e os banhos de Fasilides e a Igreja Debre Berhan Selassie, cujo interior é decorado com afrescos de anjos.

6° Dia – Ida de Gondar para Lalibela (voo – aprox. 30 min.) e visita ao primeiro grupo de igrejas 

Pernoite: Lalibela 

Traslado ao aeroporto de Gondar e embarque com destino a Lalibela, a “Jerusalém Africana”. No caminho para a cidade, parada na igreja Nakute La’ab. Em Lalibela, há onze espetaculares igrejas que foram esculpidas em rocha de granito rosa no século XII. Durante esse dia, visite o primeiro grupo de igrejas, declaradas Patrimônio Mundial da UNESCO em 1979 e principal local de peregrinação para cristãos ortodoxos.

7° Dia – Em Lalibela: visita a uma igreja nas proximidades da cidade e, pela tarde, ao segundo grupo de igrejas 

Pernoite: Lalibela 

Pela manhã, visite uma das igrejas que ficam nas proximidades da cidade, Asheton Maryam, um impressionante mosteiro que se alcança através de um corredor natural de rochas. Dentro do templo, observam-se cruzes e manuscritos impressionantes. Na parte da tarde, visite o segundo grupo de igrejas de Lalibela incluindo a mais famosa delas, Bete Giorgis, a casa de Jorge, com sua planta de cruz.

8° Dia – Ida de Lalibela para Addis Abeba (voo – aprox. 1h) e traslado até Langano (terrestre – aprox. 4h de viagem) 

Pernoite: Langano 

Traslado ao aeroporto de Lalibela e embarque com destino a Addis Abeba. Na chegada a capital, traslado em veículo 4×4 com destino ao Lago de Langano. Com uma área de 305 m² e profundidade de 45 m, Langano é o o destino mais conhecido no Rift Valley. Descanso no hotel e tempo livre para nadar nas águas calmas do lago.

9° Dia – Ida de Langano para Arba Minch (terrestre, aprox. 5h de viagem) 

Pernoite: Arba Minch 

Saída de Langano com direção a Arba Minch. Ainda próximo a Langano, visita ao Parque Nacional Abyiata-Shala, cujas principais atrações são seus lagos e aves aquáticas, como uma população de mais de 30 mil flamingos. Continuaçao então até Arba Minch para acomodação. 

10° Dia – Ida de Arba Minch para Jinka (terrestre, aprox. 6h de viagem) 

Pernoite: Jinka 

Cedo pela manhã, saída para um passeio em barco pelo Lago Chamo, onde é possível ver crocodilos do Nilo, hipopótamos e muitas aves. Continuação para Jinka, considerada a capital administrativa da Vale do Omo. O lugar abriga um grande mercado diário, ponto de encontro de alguns dos grupos étnicos na região. Visita ao Museu de Jinka e o centro de pesquisa da Vale do Omo. É um lugar onde podemos encontrar informação das tribos do Omo, estrategicamente localizado em uma colina com excelentes vistas sobre a cidade.

11° Dia – Ida de Jinka para Turmi (terrestre, aprox. 2h de viagem) e visita às aldeias Mursi 

Pernoite: Turmi 

Jinka é o ponto de partida do parque nacional de Mago, com uma grande área onde podemos encontrar 56 espécies de mamíferos. Nesse dia, você sera apresentado à etnia mais conhecida da Vale do Omo, os Mursi, famosos pelos pratos labiais de suas mulheres. Retorno a Jinka e depois do almoço, traslado terrestre para Turmi, a capital da etnia Hamer. Essa é uma tribo de antigos costumes, com língua, crenças e religião própria, a etnia que nos remete o Vale do Omo.  

12° Dia – Em Turmi, visita às aldeias de Karo e Hamer 

Pernoite: Turmi 

De manhã, estrada até Murule para conhecer as aldeias Karo, que usam pinturas corporais muito vistosas. A tarde, visita às aldeias Hamer em Turmi. Os Hamer são conhecidos por seus “gosca”, penteados com barro vermelho, e pela cerimônia do salto dos touros. 

13° Dia – Ida de Turmi para Konso (terrestre, aprox. 2h de viagem) 

Pernoite: Konso 

De manhã, partida para Konso, cidade dedicada à agricultura, cujos terraços são considerados pela UNESCO como patrimônio da humanidade. Os locais são excelentes apicultores, cujo mel é internacionalmente apreciado. Eles também são excelentes artesãos e dominam o processamento de carpintaria, serralharia, cerâmica e têxtil. A estrutura social dos Konso é baseada na associação a um dos nove clãs, gada. Cada gada tem uma autoridade religiosa recebendo o título de pokwalla. Os rituais associados ao culto dos mortos têm um papel fundamental na comunidade Konso. A manifestação mais visível do culto aos antepassados são os Waga, estátuas de madeira erguidas em memória dos mortos relevantes na sociedade Konso.

14° Dia – Ida de Konso para Arba Minch e visita à aldeia Dorze (terrestre, aprox. 2h de viagem) e voo para Addis Abeba (aprox. 1h de voo) 

Pernoite: Addis Abeba 

Cedo pela manhã, visita à aldeia Dorze, perto de Arba Minch. A etnia Dorze se caracteriza por suas casas únicas feitas de bambu formando cúpulas de até seis metros de altura. Os Dorze também são conhecidos por suas vestes coloridas de padrões geométricos – é fácil ver aos Dorze trabalhar em teares tradicionais ou girando fios de algodão nas portas de suas casas.
Após a visita às montanhas Dorze, traslado ao aeroporto de Arba Minch para embarque em voo a Addis Abeba. Na chegada, traslado ao hotel.

15° Dia – Volta de Addis Abeba para São Paulo (voo) 

Traslado para o aeroporto e embarque em seu voo de volta.

Incluído no Roteiro – Somente parte terrestre

Hospedagem
3 noites em Addis Abeba, com pensão completa;
1 noite em Bahir Dar, com pensão completa;
1 noite em Gondar, com pensão completa;
2 noites em Lalibela, com pensão completa;
1 noite em Langano, com pensão completa;
1 noite em Arba Mnch, com pensão completa;
1 noites em Jinka, com pensão completa;
2 noite em Turmi, com pensão completa;
1 noite em Konso, com pensão completa;
Importante: bebidas não incluídas.

Traslados
Todos os serviços privativos com assistência em espanhol.

Passeios
Todos os passeios conforme descritos no itinerário, com guia acompanhante falando espanhol durante todo o percurso.

Assistência Internacional
Plano ASSIST CARD AC60. Consulte-nos sobre informações e coberturas incluídas.

Não Incluído no Roteiro

Imposto de remessa ao exterior (IRRF) de 6,38%;
Passagens aéreas desde o Brasil e domésticas na Etiópia;
Taxas de embarque;
Despesas com documentação;
Qualquer outro item não mencionado como incluído

Não inclui parte aérea pois os valores dos voos mudam quase diariamente. Sabendo disso, fazemos a consulta no ato da reserva para verificar as melhores condições.

Quando ir: exceto junho e julho

Como não é toda hora que se vai para a Etiópia, planeje logo entre 12 e 18 dias para conhecer norte e sul. A capital, Adis Abeba, merece ao menos um dia. De lá parte-se para o norte, ideal para outros cinco: dois deles só em Lalibela e mais pernoites em Bahir Dar, Gondar e Aksum. É necessário, então, voar de volta a Adis para dar início ao roteiro de uma semana por terra pelo sul. 

MOTIVOS PARA VIAJAR – Fora dos roteiros turísticos, a Etiópia é um tesouro a ser descoberto. Tem obeliscos e tumbas milenares, igrejas de pedra que só existem ali, castelos e monastérios medievais entre os lagos e montanhas do norte. E é o lar de um povo simpático, de fé fervorosa e costumes ancestrais.
 

PAISAGEM DA JANELA – Entre os desfiladeiros e planaltos do norte há igrejas escavadas no chão ou nas montanhas de pedra. Na região também brilham o Lago Tana, pontilhado de ilhas com monastérios seculares, e as Montanhas Simien, habitadas pelos endêmicos babuínos-gelada. Nos cenários semidesérticos do sul surgem povoados que usam adornos peculiares e preservam uma riqueza cultural ímpar.
 

NÃO DÁ PRA PERDER – Se a imperdível Lalibela é a Jerusalém africana, Gondar poderia ser chamada de a Camelot etíope. Base para conhecer em barcos de papiro as belas cascatas do Nilo Azul, uma das nascentes do mítico Rio Nilo africano, Gondar guarda uma série única de castelos e igrejas – alguns com afrescos espetaculares – construídos quando foi capital do império, no século 17.
 

POR QUE IR AGORA – Viajantes que gostam de ir aonde pouca gente chegou terão verdadeiras aulas de história entre os monumentos seculares do norte e de antropologia nas aldeias do sul. É interessante ainda constatar que o país apagou aquela imagem de miséria de três décadas atrás e se modernizou bastante.
 

EXPERIÊNCIAS ÚNICAS – Conhecer algumas tribos que mal tiveram contato nem mesmo com a urbanidade etíope faz qualquer um entender melhor sua própria cultura. Cada uma usa adornos próprios, fala seu dialeto e preserva costumes específicos. Os povos konso reverenciam seus mortos esculpindo totens de madeira. As aldeias borena criam camelos e se orgulham de seus poços, que parecem cantar. Os jovens da etnia hamer precisam saltar uma fileira de bois para ritualizar a passagem para a vida adulta – só depois disso podem se casar, ter filhos e possuir o próprio gado.
 

OLHAR – A famosa igreja subterrânea de São Jorge, escavada em forma de cruz no chão de pedra, ganha uma aura especial aos olhos de quem acorda de madrugada para acompanhar as orações dos nativos – especialmente no dia do santo guerreiro, comemorado todo dia 23 do calendário local (diferente do nosso, gregoriano). O fervor das pessoas é tocante. Emoção parecida acontece todo dia 21 para celebrar Nossa Senhora na igreja de pedra de Maria, ali perto.

Requisitos

  • Passaporte brasileiro: mínimo de 6 meses da validade;
  • Seguro Saúde: Recomendamos sempre que for viajar;
  • Visto: brasileiros precisam de visto de entrada para a Etiópia.
  • Vacina: É exigido comprovante de vacina contra febre amarela

Consulte-nos.

30% de entrada à vista (depósito em conta) e saldo parcelado em até 6x s/ juros no cartão (pessoa física).

Em todas remessas internacionais há incidência do IR  6,38% – cobrado junto a entrada.

*Valores e condições sujeitas a confirmação de acordo com disponibilidade de lugares no ato da reserva.